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A freguesia da Ponta do Pargo assinala, hoje, 468 anos. Embora não esteja prevista nenhuma sessão solene ou qualquer iniciativa para marcar a data, o presidente da Junta de Freguesia, Manuel Costa, garante-nos que não passará despercebida.

Quando questionado sobre o que mais falta faz à freguesia, o homem que está à frente dos destinos deste órgão de poder local há quase cinco anos não hesita por um instante: “O que faz falta à freguesia é a Via Expresso que já está em andamento”. A estra obra considerada estruturante, juntam-se os projecto do campo de golfe que ficou estagnado, bem como a intervenção no largo Cónego Homem de Gouveia, que se encontra degradado, e cuja remodelação é há muito uma reivindicação da população da Ponta do Pargo.

Embora todas estas obras não estejam ao alcance de um orçamento de qualquer junta de freguesia, Manuel Costa recusa cruzar e os braços e tem procurado desenvolver um trabalho de grande proximidade da população. Da lista que enumera, destaque para a limpeza e recuperação de veredas e caminhos, colocação de guardas e varandins para maior segurança da população, bem como para a construção de miradouros em locais estratégicos, “para que assim se possa apreciar alguns dos lindos recantos da nossa freguesia”, justifica.

E mesmo com a melhoria das acessibilidades, nomeadamente com a recuperação da Estrada Regional, após longos anos de espera, os ‘pargueiros’ ainda sofrem com o isolamento que sempre marcou aquela ponta da Ilha.  A emigração, o envelhecimento da população e a falta de emprego são problemas que ainda agravam mais a situação. “E após a crise ainda piorou, já que muitas pessoas que trabalhavam na construção civil tiveram de emigrar, ficando assim a freguesia com a população mais idosa”, lamenta Manuel Costa. O envelhecimento da população só vai sendo contrariado com alguns jovens, “que só não emigram porque ainda estão na idade da escolaridade obrigatória”, conta-nos.

Contam-se vinte e poucos alunos na escola primária, e a possibilidade da mesma vir a encerrar por falta de crianças não deixa de ser motivo de preocupação e de lamento, por toda a população da freguesia.

Numa localidade que se move ao redor de algumas explorações agrícolas de pequena dimensão, e onde o comércio tradicional e alguma restauração ainda ganham alento para continuar, destacam-se os alojamentos locais, o que ainda assim não garante emprego suficiente para assegurar a dinamização da economia local. “Precisamos de mais investimento”, desabafa Manuel Costa.

Com um orçamento reduzido a pouco mais de 64 mil euros, o presidente da Junta diz-nos não estar ao seu alcance grandes projectos. “A maior parte do orçamento é para pagamentos correntes, ficando reduzido a pequenos valores para obras e para o apoio a algumas famílias carenciadas”.

Ainda assim, ideias não faltam. Um desejo que gostava de ver concretizado era a cobertura dos churrascos dos quatro parques de merendas distribuídos pela freguesia, bem como a colocação de guardas de protecção na beira da escarpa junto ao Farol, local muito visitado por turistas e locais e que além da magnífica paisagem, oferece perigo eminente. Mas com o pouco dinheiro que a Junta tem, espera que a Câmara ou o Governo Regional possam ter a iniciativa ou apoiar estas intervenções.

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