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População critica ‘apropriação’ do Fio, em São Jorge

16 Fevereiro, 2019 às 5:20

Alguns moradores da freguesia de São Jorge estão indignados e revoltados com o facto de o parque de merendas do Miradouro do Cabo Aéreo estar a ser alvo de uma ‘apropriação’ por parte da entidade que explora o bar ali existente, nomeadamente com a colocação de grades nos churrascos e nos fecho das instalações sanitárias. Dizem, por isso, que os locais e visitante saem prejudicados, salientando que “é mais um local em São Jorge que morre”.
O bar em questão foi concessionado pela Câmara Municipal de Santana (CMS) a uma empresa privada há quase seis anos. Desde então, Cristiano Freitas, que está à frente do ‘Cabo Aéreo Café’ diz terem sido várias as situações em que se deparou com os utilizadores da zona de churrasco a danificarem os equipamentos existentes e a terem uma conduta menos própria, ao ponto de ser alvo de o ameaçarem fisicamente quando procurava chamar à atenção as pessoas em causa.
Reconhecendo a existência de condutas menos próprias no local, algumas das quais ditando a intervenção da polícia, a CMS, segundo nos disse Teófilo Cunha, há pouco mais de uma semana impôs novas regras de utilização destes espaços municipais.
O presidente da Câmara esclareceu que “não foi vedado o acesso, antes foi disciplinado”, permanecendo uma zona de churrasco disponível durante a noite, mediante informação ao concessionário do bar, “de modo a responsabilizar os utilizadores”. De referir que a CMS pondera concessionar o espaço na totalidade a privados, pondo fim à utilização livre dos churrascos.

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