
A sede da Junta de Freguesia acolheu, esta quarta-feira, o VI Plenário da Comissão Social do Imaculado Coração de Maria, reunindo o executivo liderado por Pedro Araújo e um alargado conjunto de parceiros sociais, num momento de alinhamento estratégico. A reunião teve por objectivo reforçar a governação de proximidade, consolidar o trabalho desenvolvido no mandato anterior e definir prioridades claras de intervenção social para o ciclo 2025–2029, assumindo a Comissão como um verdadeiro instrumento de decisão em rede.
De acordo com nota enviada à imprensa, uma das prioridades é garantir que nenhuma situação de vulnerabilidade fica sem resposta adequada, através de um modelo assente no diagnóstico partilhado, na corresponsabilização institucional e na cooperação efectiva.
Ainda durante a reunião foi apresentado o enquadramento estratégico do mandato 2025–2029, destacando-se o eixo ‘Imaculado +Social’ como prioridade transversal da acção local, com foco no acompanhamento integrado de pessoas e famílias vulneráveis. “A prevenção do risco habitacional, o combate à violência doméstica, o apoio a seniores isolados, a cuidadores informais e pessoas com dependências, bem como a aposta clara na infância, juventude e escola são outros dos pilares fundamentais da estratégia social”, indica.
No plano operacional, foi reafirmado o circuito de intervenção social que permite a qualquer entidade sinalizar situações de vulnerabilidade, assegurando uma avaliação célere por uma entidade de referência e a mobilização de respostas complementares entre parceiros. A articulação será garantida pela Junta de Freguesia, num modelo que “privilegia a prevenção, a rapidez de actuação e o acompanhamento contínuo, reforçando a confiança da comunidade no sistema local de protecção social”.
O VI Plenário contou com a presença de entidades das áreas da educação, saúde, emprego, cultura, apoio social e combate à pobreza, sublinhando a diversidade e robustez da rede social do Imaculado. O presidente da Junta, Pedro Araújo, reiterou “o compromisso de governar com proximidade, planear de forma estruturada, decidir em rede, reforçando uma visão partilhada de coesão social, dignidade humana e participação ativa da comunidade no futuro da freguesia”.